Ludmilla Connor -
Arcade Street - Chicago
18/04/1998
Arcade Street - Chicago
18/04/1998
Ludmilla: _ Que droga. Ele não aparece. Sei que uma hora ele vai sair e que vai sair a pé, porque o carro dele tá com um cara. Não acreditei quando fiquei sabendo, mas acho que é verdade porque ontem ele foi pra escola de ônibus. Preciso tanto falar com ele, mas ele não aparece. _
Então o telefone toca....
Duda: _ Alô!
Bill:_ Está pronto.
Duda: _ Estou indo agora mesmo. _
E ele saiu apressado, se vestindo enquanto descia as escadas. E correu pra pegar o ônibus que acabava de passar mas não deu tempo. E ele pensou em pedir um táxi.
Ludmilla enxergou nisso uma oportunidade de se aproximar.
Ludmilla: _ Ali está ele, preciso falar com ele. Explicar o que tá rolando. _
Mas algo não saiu como ela esperava, porque um carro párou e uma mulher desceu e o abraçou. E se beijaram. em seguida entraram e foram embora.
Ludmilla percebeu então que algo havia se quebrado ou se partido. E ela sabia que isso ía doer.
Precisava entender tudo aquilo e pra isso foi buscar respostas num lugar inusitado. E tocou a campainha mas não foi capaz de esperar que atendessem e por isso socou a porta algumas vezes...
Duke: _ Calma, vou abrir. Seja lá quem você for, este não é o melhor modo de se chegar na casa de alguém._
E o Duke abriu a porta. Mas não entendeu o que viu. Ela chorava e já estava com o rosto todo sujo por causa da maquiagem borrada.
Ludmilla: _ Diz pra mim que eu não perdi ele. Diz Duke que ainda não perdi ele. Me ajuda a acreditar nisso. Ela levou o meu Duda...justo quando eu ía contar a ele._
E continuou a chorar e o Duke a acolheu em seus braços sem saber o que fazer.
Duke: _ Se acalma, tudo vai ficar bem. Conte o que aconteceu e vou te ajudar. _
Duda Klein -
Então o telefone toca....
Duda: _ Alô!
Bill:_ Está pronto.
Duda: _ Estou indo agora mesmo. _
E ele saiu apressado, se vestindo enquanto descia as escadas. E correu pra pegar o ônibus que acabava de passar mas não deu tempo. E ele pensou em pedir um táxi.
Ludmilla enxergou nisso uma oportunidade de se aproximar.
Ludmilla: _ Ali está ele, preciso falar com ele. Explicar o que tá rolando. _
Mas algo não saiu como ela esperava, porque um carro párou e uma mulher desceu e o abraçou. E se beijaram. em seguida entraram e foram embora.
Ludmilla percebeu então que algo havia se quebrado ou se partido. E ela sabia que isso ía doer.
Precisava entender tudo aquilo e pra isso foi buscar respostas num lugar inusitado. E tocou a campainha mas não foi capaz de esperar que atendessem e por isso socou a porta algumas vezes...
Duke: _ Calma, vou abrir. Seja lá quem você for, este não é o melhor modo de se chegar na casa de alguém._
E o Duke abriu a porta. Mas não entendeu o que viu. Ela chorava e já estava com o rosto todo sujo por causa da maquiagem borrada.
Ludmilla: _ Diz pra mim que eu não perdi ele. Diz Duke que ainda não perdi ele. Me ajuda a acreditar nisso. Ela levou o meu Duda...justo quando eu ía contar a ele._
E continuou a chorar e o Duke a acolheu em seus braços sem saber o que fazer.
Duke: _ Se acalma, tudo vai ficar bem. Conte o que aconteceu e vou te ajudar. _
Duda Klein -
West Roover - Reno
18/04/1998
Duda: _ O que você acha? Nem dormi direito por causa disso
Clara: _ Mostra logo a ele Bill, ele vai adorar.
Duda: _ Você já viu? E nem me disse como ficou.
Clara: _ Precisa ver com seus próprios olhos. E lembrar como era e como ficou .
Duda: _ Vocês dois querem me deixar louco. Levanta essa cortina aí. Eu quero ver...
Lake Street - Chicago
Ludmilla:(chorando) _ Fui até a casa dele, na verdade fiquei na esquina esperando ele sair pra poder falar com ele. Mas quando ele apareceu, justo na hora que eu ia falar com ele, apareceu uma mulher num carro sport e elefoi com ela. Ainda vi quando sorriram um pro outro antes de se beijarem.
Me diz o que tá acontecendo
Duke: _ Ah... entendi. Você devia saber que isso aconteceria, depois do que fez com ele.
Ludmilla: _ Mas justamente o que eu queria fazer era explicar tudo à ele.
Duke: _ Eu sei o que você viu. E pelo que ele me contou, deve ter sido bem semelhante ao que ele viu.
Ludmilla: _ Você não entende. Eu tive um motivo pra fazer o que fiz. Eu ía contar a ele mas ela apareceu e estragou tudo.
Duke: _ Ela se chama Clara. E não estragou nada. Me desculpe pelo que vou dizer, mas você foi quem jogou tudo para o alto. Deu pena de ver como o Duda ficou.
Ludmilla: _ Eu sei que deve ter sido uma barra. Mas eu o amo. Faria qulaquer coisa por ele. E fiz o que fiz pra protegê-lo... mas achei que ele não entenderia. Mas,justo quando resolvi dizer o que houve, deu tudo errado.
Duke: _ Deixa eu ver se entendi direito. Você está me dizendo que abandonou o cara pra ficar com aquele idiota do Chris eque fez tudo isso pra proteger o Duda.
Ludmilla: - Isso mesmo.
Duke: _ Proteger de que? Ou de quem?
Ludmilla: _ O Chris me ameaçou. Disse que se eu ficasse com o Duda, iria arruinar a vida dele. E que daria um jeito de colocaria ele atrás das grades.
Duke: _ Mas como ele iria fazer isso?
Ludmilla: _ Disse que seria fácil armar pra cima do Duda porque ele não tem onde cair morto. Disse exatamente com essas palavras.
Duke: _ Mas por que você não disse isso ao Duda, ao invés de simplesmente correr pros braços do playboy.
Ludmilla: _ Eu disse que iria fazer isso. Mas ele me disse que eu não fizesse nada, porque se eu fosse dar explicações ao Duda, ele com certeza iria tirar satisfações com o Chris. E com certeza eles brigariam e isso só pioraria as coisas.
Duke: _ Aquele cretino. Ferrou vocês dois, mas eu vou lá e vou acabar com ele, vou bater tanto que nem os pais vão conseguir reconhecê-lo. _
E quando o Duke ía saindo ela o impediu. E pediu que se acalmasse. Depois de algum tempo ele se acalmou.
Ludmilla: _ Eu preciso dizer isso ao Duda. Mas tem que ser pessoalmente. Preciso que ele veja nos meus olhos que é a verdade.
Duke: _ É. Só você pode resolver isso.
Ludmilla: _ Talvez eu não possa mais. Pode ser tarde demais pra ter o meu Duda de volta. Agora que ele tem outra pessoa. Mas preciso contar a ele antes do Desafio das Ruas, porque o Chris está armando alguma coisa com os caras da equipe pra qual ele vai correr.
Duke: _ Eu sei onde o Duda está. Acha que consegue encarar essa barra? E ir lá falar com ele, frente a frente, vendo o cara em outra?
Ludmilla: _ Este é o preço que tenho que pagar por ter feito uma escolha difícil sozinha. Eu podia ter dividido isso com alguém. Mas me fechei. Não consegui pensar em ninguém que pudesse me ouvir.
Duke: _ Mas eu estava aqui... podia ter contado comigo.
Ludmilla: _ Muito obrigado. Se eu soubésse antes que você seria tão legal comigo, talvez tudo fosse diferente agora.
Duke: _ Vamos comigo. Te levo lá. Foram pra Reno buscar o Tornado. Ele foi reformado pra correr o desafio. Também estou louco pra ver
Ludmilla: _ Vamos então. Está na hora de cair na estrada...
Clara Pierce
West Roover - Chicago
18/04/1998
Ludmilla: _ Você não entende. Eu tive um motivo pra fazer o que fiz. Eu ía contar a ele mas ela apareceu e estragou tudo.
Duke: _ Ela se chama Clara. E não estragou nada. Me desculpe pelo que vou dizer, mas você foi quem jogou tudo para o alto. Deu pena de ver como o Duda ficou.
Ludmilla: _ Eu sei que deve ter sido uma barra. Mas eu o amo. Faria qulaquer coisa por ele. E fiz o que fiz pra protegê-lo... mas achei que ele não entenderia. Mas,justo quando resolvi dizer o que houve, deu tudo errado.
Duke: _ Deixa eu ver se entendi direito. Você está me dizendo que abandonou o cara pra ficar com aquele idiota do Chris eque fez tudo isso pra proteger o Duda.
Ludmilla: - Isso mesmo.
Duke: _ Proteger de que? Ou de quem?
Ludmilla: _ O Chris me ameaçou. Disse que se eu ficasse com o Duda, iria arruinar a vida dele. E que daria um jeito de colocaria ele atrás das grades.
Duke: _ Mas como ele iria fazer isso?
Ludmilla: _ Disse que seria fácil armar pra cima do Duda porque ele não tem onde cair morto. Disse exatamente com essas palavras.
Duke: _ Mas por que você não disse isso ao Duda, ao invés de simplesmente correr pros braços do playboy.
Ludmilla: _ Eu disse que iria fazer isso. Mas ele me disse que eu não fizesse nada, porque se eu fosse dar explicações ao Duda, ele com certeza iria tirar satisfações com o Chris. E com certeza eles brigariam e isso só pioraria as coisas.
Duke: _ Aquele cretino. Ferrou vocês dois, mas eu vou lá e vou acabar com ele, vou bater tanto que nem os pais vão conseguir reconhecê-lo. _
E quando o Duke ía saindo ela o impediu. E pediu que se acalmasse. Depois de algum tempo ele se acalmou.
Ludmilla: _ Eu preciso dizer isso ao Duda. Mas tem que ser pessoalmente. Preciso que ele veja nos meus olhos que é a verdade.
Duke: _ É. Só você pode resolver isso.
Ludmilla: _ Talvez eu não possa mais. Pode ser tarde demais pra ter o meu Duda de volta. Agora que ele tem outra pessoa. Mas preciso contar a ele antes do Desafio das Ruas, porque o Chris está armando alguma coisa com os caras da equipe pra qual ele vai correr.
Duke: _ Eu sei onde o Duda está. Acha que consegue encarar essa barra? E ir lá falar com ele, frente a frente, vendo o cara em outra?
Ludmilla: _ Este é o preço que tenho que pagar por ter feito uma escolha difícil sozinha. Eu podia ter dividido isso com alguém. Mas me fechei. Não consegui pensar em ninguém que pudesse me ouvir.
Duke: _ Mas eu estava aqui... podia ter contado comigo.
Ludmilla: _ Muito obrigado. Se eu soubésse antes que você seria tão legal comigo, talvez tudo fosse diferente agora.
Duke: _ Vamos comigo. Te levo lá. Foram pra Reno buscar o Tornado. Ele foi reformado pra correr o desafio. Também estou louco pra ver
Ludmilla: _ Vamos então. Está na hora de cair na estrada...
Clara Pierce
West Roover - Chicago
18/04/1998
Clara: _ Uau!!! Está lindo. É uma jóia, de tão lindo.
Duda: _ É mesmo. Está incrível. Parece um sonho.
Bill: _ É um diamante bruto garoto. Cabe a você lapidá-lo. E torná-lo imbatível.
Duda:_ Essa parte você pode deixar comigo. Não vejo a hora de por o Tornado na estrada e ver como ficou seu desempenho agora.
Bill: _ Faça isso garoto, mas antes deixe o nosso amigo Shyo te dizer o que foi feito no carro.
Clara: _ Vai lá Shyo, arrebenta. _
Shyo Himamura é um profissional do submundo das corridas. Ele trabalhou na Nascar e até nas 24hs de Le Mans, sempre com carros vitoriosos. Um gênio da tecnologia. Trabalha coom o Bill há 12 anos. Ainda era um adolescente quando ajudou Bill a ganhar uma aposta de 1 milhão de dólares numa corrida. Shyo cuida da parte de desenpenho e funcionamento dos carros do Bill.
Shyo: _ Olá Duda. Espero que você goste do que fizemos no seu carro. Tudo foi inspecionado e verificado. Freios, suspensão, painéis, faróis, pneus. A parte interna, como os bancos, volantes, inclusive um sistema de GPS. Tudo foi aprimorado e adaptado para que você tivésse um maior conforto ao pilotar e também um melhor desempenho. Agora além de contar com todos os marcadores de combustível; óleo; pressão; carga das baterias e velocímetro, você pode também ter uma visão geral do funcionamento do veículo. O Sitema de segurança interno foi melhorado com cintos de segurança de três pontas, air-bags frontais e laterais, além do conforto dos bancos concha nso assentos do motorista e do carona. No entanto a estética original do carro foi mantida tanto interna quanto externamente.
Você tem em suas mãos agora uma verdadeira máquina.
Duda: _ E o motor... Você ainda não disse o que fez pra mim.
Shyo: _ O toque final... Seu Maverick ainda está calçado pelo belo motor V8 de série, msa agora ele ganhou alguns aparatos a mais. Como o belo sistema bi-turbo que vai ajudar o carro a desenvolver mais rápido. Toda a parte interna do motor foi trocada por um peças preparadas para competições. O Tornado está pronto para chegar, a princípio, aos 280 k m/h de velocidade máxima.Mas há quem aposte que você consegue levá-lo aos 300km/h. Indo de 0 a 100km/h em 3.8 segundos. E você ainda pode contar com a ajuda das duas garrafas de Nitróxido instaladas e posicionadas entre os bancos da frente e o banco traseiro do carro. Com isso o Torque do modelo aumenta em até 40%, rodando levemente entre os 3,000 e os 10,000 rpm.
Duda: _ Se eu entendi direito, você quer dizer com isso tudo que agora eu posso vencer uma Ferrari Enzo? Ou um Evo?
Shyo:_ Sim... e muito mais.
Bill: _ O que ele está dizendo é que você pode vencer qualquer um. Depende apenas de você.
Duda: _ Isso é demais. E a pintura também. Demais.
Clara: _ Isso foi idéia minha. Eles iam encher ele de cores, mas eu disse que você ia gostar dele assim. E o Hank pintou pra mim._
Hank - Camaleão, ele entrou para equipe do Bill há 3 anos. O cara sabe tudo de pinturas de carro. Ele é o melhor. Já foi o responsável pelo design gráfico dos carros de equipes famosas do mundo do automobilismo. Mas cansou de todo aquele marasmo e resolveu se meter no mundo das corridas de rua. Segundo ele muito mais emocionantes. E vale lembrar que ele, assim como o Shyo, não estão nessa por grana. Os dois têm empresas no ramo dos automóveis. Fabricam e exportam desde acessórios a kits de tunning para diversos países. Estão ricos por isso.
Duda: _ Então só o que posso fazer é ir com essa belezinha pra rua pra ver do que ele é capaz.
Bill: _ Toma rapaz, as chaves do seu carro. _
Um detalhe muito interessante: No chaveiro do carro agora está escrito Tornado.
Duda: _ Vamos Clara. Vem comigo.
Clara: _ Não amor, vai você. Vou falar com o Bill uma coisa.
Duda: _ Então me dá um beijo.
Logo após eles se beijarem ele saiu. Acelerando firme como sempre. Foi se divertir.
Enquanto isso, na West Roover: Ludmilla e Duke
Duda: _ É mesmo. Está incrível. Parece um sonho.
Bill: _ É um diamante bruto garoto. Cabe a você lapidá-lo. E torná-lo imbatível.
Duda:_ Essa parte você pode deixar comigo. Não vejo a hora de por o Tornado na estrada e ver como ficou seu desempenho agora.
Bill: _ Faça isso garoto, mas antes deixe o nosso amigo Shyo te dizer o que foi feito no carro.
Clara: _ Vai lá Shyo, arrebenta. _
Shyo Himamura é um profissional do submundo das corridas. Ele trabalhou na Nascar e até nas 24hs de Le Mans, sempre com carros vitoriosos. Um gênio da tecnologia. Trabalha coom o Bill há 12 anos. Ainda era um adolescente quando ajudou Bill a ganhar uma aposta de 1 milhão de dólares numa corrida. Shyo cuida da parte de desenpenho e funcionamento dos carros do Bill.
Shyo: _ Olá Duda. Espero que você goste do que fizemos no seu carro. Tudo foi inspecionado e verificado. Freios, suspensão, painéis, faróis, pneus. A parte interna, como os bancos, volantes, inclusive um sistema de GPS. Tudo foi aprimorado e adaptado para que você tivésse um maior conforto ao pilotar e também um melhor desempenho. Agora além de contar com todos os marcadores de combustível; óleo; pressão; carga das baterias e velocímetro, você pode também ter uma visão geral do funcionamento do veículo. O Sitema de segurança interno foi melhorado com cintos de segurança de três pontas, air-bags frontais e laterais, além do conforto dos bancos concha nso assentos do motorista e do carona. No entanto a estética original do carro foi mantida tanto interna quanto externamente.
Você tem em suas mãos agora uma verdadeira máquina.
Duda: _ E o motor... Você ainda não disse o que fez pra mim.
Shyo: _ O toque final... Seu Maverick ainda está calçado pelo belo motor V8 de série, msa agora ele ganhou alguns aparatos a mais. Como o belo sistema bi-turbo que vai ajudar o carro a desenvolver mais rápido. Toda a parte interna do motor foi trocada por um peças preparadas para competições. O Tornado está pronto para chegar, a princípio, aos 280 k m/h de velocidade máxima.Mas há quem aposte que você consegue levá-lo aos 300km/h. Indo de 0 a 100km/h em 3.8 segundos. E você ainda pode contar com a ajuda das duas garrafas de Nitróxido instaladas e posicionadas entre os bancos da frente e o banco traseiro do carro. Com isso o Torque do modelo aumenta em até 40%, rodando levemente entre os 3,000 e os 10,000 rpm.
Duda: _ Se eu entendi direito, você quer dizer com isso tudo que agora eu posso vencer uma Ferrari Enzo? Ou um Evo?
Shyo:_ Sim... e muito mais.
Bill: _ O que ele está dizendo é que você pode vencer qualquer um. Depende apenas de você.
Duda: _ Isso é demais. E a pintura também. Demais.
Clara: _ Isso foi idéia minha. Eles iam encher ele de cores, mas eu disse que você ia gostar dele assim. E o Hank pintou pra mim._
Hank - Camaleão, ele entrou para equipe do Bill há 3 anos. O cara sabe tudo de pinturas de carro. Ele é o melhor. Já foi o responsável pelo design gráfico dos carros de equipes famosas do mundo do automobilismo. Mas cansou de todo aquele marasmo e resolveu se meter no mundo das corridas de rua. Segundo ele muito mais emocionantes. E vale lembrar que ele, assim como o Shyo, não estão nessa por grana. Os dois têm empresas no ramo dos automóveis. Fabricam e exportam desde acessórios a kits de tunning para diversos países. Estão ricos por isso.
Duda: _ Então só o que posso fazer é ir com essa belezinha pra rua pra ver do que ele é capaz.
Bill: _ Toma rapaz, as chaves do seu carro. _
Um detalhe muito interessante: No chaveiro do carro agora está escrito Tornado.
Duda: _ Vamos Clara. Vem comigo.
Clara: _ Não amor, vai você. Vou falar com o Bill uma coisa.
Duda: _ Então me dá um beijo.
Logo após eles se beijarem ele saiu. Acelerando firme como sempre. Foi se divertir.
Enquanto isso, na West Roover: Ludmilla e Duke
Duke: _ É no fim dessa rua. Fica há uns 800 metros daqui. Esté mesmo pronta?
Ludmilla: _ Estou, acho que estou.
Duke: _ Vai ser uma barra. Mas torço pra que tudo acabe bem.
Ludmilla: _ Eu também...
Duke: _ Chegamos. Agora é com vocês dois._
Entraram no galpão, mas nem o Duda nem o Tornado estavam lá. Logo foram recebidos pelo Bill. E pela Clara. As duas, Ludmilla e Clara se olharam e não disseram uma palavra. Justo quando se preparavam pra dizer alguma coisa, Bill pediu que o acompanhassem até a sua sala. Clara e Ludmilla entraram e quando o Duke ía entrar o Bill fechou a porta e deixou elas sozinhas na sala.
Duke: _ Ei cara, não sabe o que você está fazendo. Pode acontecer algo horrível se elas ficarem juntas.
Bill: _ Você está louco é. Não devia trazer ela aqui. Ele não precisa dela.
Duke: _ Eles precisam conversar. Ela tem que explicar uma coisa a ele.
Bill: _ Você não consegue ver né. Só o que ela vai fazer é ferrar com a cabeça dele de novo. É só o que ela sabe fazer.
Duke: _ Mas não é você que deve decidir com quem ele deve ou não deve falar. Ele é quem deve fazer isso.
Bill: _ Faltam apenas alguns dias para o Desafio. Não quero que aquela garota estrague tudo. Não vou permitir isso.
Duke: _ Relaxa velhote. Não tenho nada a ver com esse desafio, mas me preocupo com meu amigo. E se eu fosse você ouvia o que ela quer dizer também. Porque tem gente querendo armar pro Duda no desafio das ruas. E se ele se ferrar lá, você vai se ferrar também. E agora sabe lá o que está contecendo lá dentro daquela sala.
Bill: _ Aposto que ela veio aqui a mando do Chris. Você acha que não.
Duke: _ Você não sabe do que está falando. Ela ama o cara.
Bill: _ Se o amasse não o teria abandonado. E trocado ele pelo cara que ele mais odeia. E pensar que ele quase se ferrou pra ficar com ela antes. E agora você quer dar a ela a chance de conseguir derrubá-lo de vez.
_Dentro da sala do Bill _
Ludmilla: _ Você é a Clara, né?
Clara: _ Sim, e você... Ludmilla.
Ludmilla: _ Certo. E o Duda, onde está?
Clara: _ Está longe. Mas isso não importa muito agora. Mas o que você quer aqui importa.
Ludmilla: _ Preciso vê-lo. Tenho que lhe contar o que aconteceu.
Clara: _ Acredite em mim. Ele não está interessado. Não mais.
Ludmilla: _ Como pode saber? Como pode saber como ele se sente?
Clara: _ Porque quando você o deixou ele se sentiu um lixo. E então nos conhecêmos e eu estava aqui. Eu cuidei dele e ele de mim. Se fosse há um tempo atrás, com certeza sim. Mas agora não mais. Ele não precisa que você estrague tudo de novo.
Não pode confiar em você depois do que fez com ele.
Ludmilla: _ Mas não foi bem assim.
Clara: _Foi sim. Porque foi na minha cama que ele chamou por seu nome enquanto dormia. E acordava chorando sem querer me dizer o porquê. Mas no fundo eu sabia, mas não forçava a barra pra ele me falar, porque sabia que faria isso quado estivesse pronto. E então isso parou de acontecer.
Ludmilla: _ Eu não fiz nada pra atrapalhar ele. O que aconteceu foi tudo culpa do Chris. Ele me obrigou a ficar com ele. Me forçou. Ameaçou o Duda.
Clara: _ Ele ameaçou o Duda?
Ludmilla: _ Sim. Me obrigou a ficar com ele ou ia ferrar o Duda. Disse que armaria pra que o Duda fosse preso. E ele tem como fazer isso, porque o pai dele é muito influente lá em Chicago.
Clara: _ Ele te obrigou a ficar com ele? Que cara nogento. Por que você não contou isso a ele? Você escondeu dele e preferiu traí-lo. E só agora resolveu falar.
Ludmilla: _ Eu não traí o Duda. Nunca fiz isso. Mas talvez eu tenha feito a escolha errada. Além do mais o Chris me proibiu de fazer isso, dizendo que se o Duda fosse atrás dele que eu seria a responsável por qualquer coisa de ruim que acontecesse com o Duda. E que isso seria passível de uma acusação de agressão. Além do mais o Chris tem gente que possa depor afirmando que viu o Duda bater nele em outra ocasião, por causa da surra que o Duda deu nele no bar, um dia desses. Ele quer armar algo pra atrapalhar o Duda no Desafio das Ruas.
Clara: _ Desgraçado...você não pode fazer nada. Nem sei o que dizer.
Ludmilla: _ Sem problemas. Que bom que você me entende.
Clara: _ Te entendo. Mas não pretendo abrir mão de nada. Amo o Duda. E não me importa que você tenha sido chantageada, porque amo aquele cara mais que tudo.
Ludmilla: _ Sei como é. Ele tem esse poder sobre as pessoas. Acaba senpre puxando as pessoas pra perto dele. Como se fosse a gravidade.
Clara: _ E você quer contar tudo a ele, certo?
Ludmilla: _ Sim. Espero que você não se importe.
Clara: _ Não vou ser hipócrita. Me importo sim e não dá pra dizer que não surja uma insegurançazinha com você por perto. Mas não posso impedir isso. É um direto seu contar e tmabém direito dele saber. Conte a ele. Ele precisa ouvir de você e de ninguém mais. E olhar pra você e ver a verdade em seus olhos.
Ludmilla: _ Obrigado!
Clara :_ Não agradeça por nada, não estou de dando nada. É algo que eu simplesmente não posso impedir. Por isso espero que tudo se esclareça. Mas não espere que eu abra mão de nada.
Ludmilla: _ Claro que não. Eu entendo.
Clara: _ Vá contar a ele...
Mas o destino brinca com os corações e com as emoções humanas o tempo todo. Antes que Ludmilla abrisse a porta pra sair, o próprio Duda a abriu a porta e com lágrimas nos olhos ele olhou bem nos olhos dela.
Duda: _ Então foi assim que aconteceu. Foi assim que ele me tirou você. Desse modo covarde?
Estamos aqui pra aprendermos algumas lições...
Algumas não são o que parecem ser, assim como algumas despedidas jamais aconteceram e as verdades de ontem são as amargas desilusões de hoje.
Estamos aqui pra aprendermos algumas lições, coisas de um coração...
A tristeza de antes por perder, somada agora a dor de quem eu achava ter me traído. Não tirar conclusões precipitadas é uma lição antiga: "Não julgar o livro pela capa"
Como ir afundo de algo que te perturba? Ou que te atordoa? Ou que te derruba?
Como estender a mão a quem a pouco te feriu?
São todas as lições que não consegui aprender... e ainda não entendo.
Nem preciso.
Estamos todos aqui pra apredermos algumas lições...
Aprendi as minhas? Sei lá...
Tenho muita coisa pra ouvir ainda. E aprender com o dia de hoje.
Não gosto de chorar. Nem do que as lembranças me fazem sentir.
Vou seguir com minhas lições, escrevendo meu caminho.
Vou atrás das minhas respostas.
Porque o destino brinca com os corações e as emoções humanas o tempo todo.
Tudo é um grande teste, uma grande prova, uma grande lição...
Esse sou eu, Duda
Ludmilla: _ Estou, acho que estou.
Duke: _ Vai ser uma barra. Mas torço pra que tudo acabe bem.
Ludmilla: _ Eu também...
Duke: _ Chegamos. Agora é com vocês dois._
Entraram no galpão, mas nem o Duda nem o Tornado estavam lá. Logo foram recebidos pelo Bill. E pela Clara. As duas, Ludmilla e Clara se olharam e não disseram uma palavra. Justo quando se preparavam pra dizer alguma coisa, Bill pediu que o acompanhassem até a sua sala. Clara e Ludmilla entraram e quando o Duke ía entrar o Bill fechou a porta e deixou elas sozinhas na sala.
Duke: _ Ei cara, não sabe o que você está fazendo. Pode acontecer algo horrível se elas ficarem juntas.
Bill: _ Você está louco é. Não devia trazer ela aqui. Ele não precisa dela.
Duke: _ Eles precisam conversar. Ela tem que explicar uma coisa a ele.
Bill: _ Você não consegue ver né. Só o que ela vai fazer é ferrar com a cabeça dele de novo. É só o que ela sabe fazer.
Duke: _ Mas não é você que deve decidir com quem ele deve ou não deve falar. Ele é quem deve fazer isso.
Bill: _ Faltam apenas alguns dias para o Desafio. Não quero que aquela garota estrague tudo. Não vou permitir isso.
Duke: _ Relaxa velhote. Não tenho nada a ver com esse desafio, mas me preocupo com meu amigo. E se eu fosse você ouvia o que ela quer dizer também. Porque tem gente querendo armar pro Duda no desafio das ruas. E se ele se ferrar lá, você vai se ferrar também. E agora sabe lá o que está contecendo lá dentro daquela sala.
Bill: _ Aposto que ela veio aqui a mando do Chris. Você acha que não.
Duke: _ Você não sabe do que está falando. Ela ama o cara.
Bill: _ Se o amasse não o teria abandonado. E trocado ele pelo cara que ele mais odeia. E pensar que ele quase se ferrou pra ficar com ela antes. E agora você quer dar a ela a chance de conseguir derrubá-lo de vez.
_Dentro da sala do Bill _
Ludmilla: _ Você é a Clara, né?
Clara: _ Sim, e você... Ludmilla.
Ludmilla: _ Certo. E o Duda, onde está?
Clara: _ Está longe. Mas isso não importa muito agora. Mas o que você quer aqui importa.
Ludmilla: _ Preciso vê-lo. Tenho que lhe contar o que aconteceu.
Clara: _ Acredite em mim. Ele não está interessado. Não mais.
Ludmilla: _ Como pode saber? Como pode saber como ele se sente?
Clara: _ Porque quando você o deixou ele se sentiu um lixo. E então nos conhecêmos e eu estava aqui. Eu cuidei dele e ele de mim. Se fosse há um tempo atrás, com certeza sim. Mas agora não mais. Ele não precisa que você estrague tudo de novo.
Não pode confiar em você depois do que fez com ele.
Ludmilla: _ Mas não foi bem assim.
Clara: _Foi sim. Porque foi na minha cama que ele chamou por seu nome enquanto dormia. E acordava chorando sem querer me dizer o porquê. Mas no fundo eu sabia, mas não forçava a barra pra ele me falar, porque sabia que faria isso quado estivesse pronto. E então isso parou de acontecer.
Ludmilla: _ Eu não fiz nada pra atrapalhar ele. O que aconteceu foi tudo culpa do Chris. Ele me obrigou a ficar com ele. Me forçou. Ameaçou o Duda.
Clara: _ Ele ameaçou o Duda?
Ludmilla: _ Sim. Me obrigou a ficar com ele ou ia ferrar o Duda. Disse que armaria pra que o Duda fosse preso. E ele tem como fazer isso, porque o pai dele é muito influente lá em Chicago.
Clara: _ Ele te obrigou a ficar com ele? Que cara nogento. Por que você não contou isso a ele? Você escondeu dele e preferiu traí-lo. E só agora resolveu falar.
Ludmilla: _ Eu não traí o Duda. Nunca fiz isso. Mas talvez eu tenha feito a escolha errada. Além do mais o Chris me proibiu de fazer isso, dizendo que se o Duda fosse atrás dele que eu seria a responsável por qualquer coisa de ruim que acontecesse com o Duda. E que isso seria passível de uma acusação de agressão. Além do mais o Chris tem gente que possa depor afirmando que viu o Duda bater nele em outra ocasião, por causa da surra que o Duda deu nele no bar, um dia desses. Ele quer armar algo pra atrapalhar o Duda no Desafio das Ruas.
Clara: _ Desgraçado...você não pode fazer nada. Nem sei o que dizer.
Ludmilla: _ Sem problemas. Que bom que você me entende.
Clara: _ Te entendo. Mas não pretendo abrir mão de nada. Amo o Duda. E não me importa que você tenha sido chantageada, porque amo aquele cara mais que tudo.
Ludmilla: _ Sei como é. Ele tem esse poder sobre as pessoas. Acaba senpre puxando as pessoas pra perto dele. Como se fosse a gravidade.
Clara: _ E você quer contar tudo a ele, certo?
Ludmilla: _ Sim. Espero que você não se importe.
Clara: _ Não vou ser hipócrita. Me importo sim e não dá pra dizer que não surja uma insegurançazinha com você por perto. Mas não posso impedir isso. É um direto seu contar e tmabém direito dele saber. Conte a ele. Ele precisa ouvir de você e de ninguém mais. E olhar pra você e ver a verdade em seus olhos.
Ludmilla: _ Obrigado!
Clara :_ Não agradeça por nada, não estou de dando nada. É algo que eu simplesmente não posso impedir. Por isso espero que tudo se esclareça. Mas não espere que eu abra mão de nada.
Ludmilla: _ Claro que não. Eu entendo.
Clara: _ Vá contar a ele...
Mas o destino brinca com os corações e com as emoções humanas o tempo todo. Antes que Ludmilla abrisse a porta pra sair, o próprio Duda a abriu a porta e com lágrimas nos olhos ele olhou bem nos olhos dela.
Duda: _ Então foi assim que aconteceu. Foi assim que ele me tirou você. Desse modo covarde?
Estamos aqui pra aprendermos algumas lições...
Algumas não são o que parecem ser, assim como algumas despedidas jamais aconteceram e as verdades de ontem são as amargas desilusões de hoje.
Estamos aqui pra aprendermos algumas lições, coisas de um coração...
A tristeza de antes por perder, somada agora a dor de quem eu achava ter me traído. Não tirar conclusões precipitadas é uma lição antiga: "Não julgar o livro pela capa"
Como ir afundo de algo que te perturba? Ou que te atordoa? Ou que te derruba?
Como estender a mão a quem a pouco te feriu?
São todas as lições que não consegui aprender... e ainda não entendo.
Nem preciso.
Estamos todos aqui pra apredermos algumas lições...
Aprendi as minhas? Sei lá...
Tenho muita coisa pra ouvir ainda. E aprender com o dia de hoje.
Não gosto de chorar. Nem do que as lembranças me fazem sentir.
Vou seguir com minhas lições, escrevendo meu caminho.
Vou atrás das minhas respostas.
Porque o destino brinca com os corações e as emoções humanas o tempo todo.
Tudo é um grande teste, uma grande prova, uma grande lição...
Esse sou eu, Duda
Eduardo Klein
Na Estrada




4 comentários:
Nossa a cada capitulo novo fico mais impressionada com vc.
vc e mt bom msm.
essa historia da um ótimo livro
já pensou ser um escritor famoso....
pois pode se preparar......
pq vc já e um escritor e tanto
adoro tudo no blog....
bjs e PARABENS
Nei o que dizer.
parece que é uma coisa viva essa história.
quando a gente lê, parece que estamos vendo tudo com nossos próprios olhos.
ASS.Doug
Cara eu nem sei o que escrever !
Simplesmente PERFEITO !!!!!!
O Tornado ficou incrivel !!!
Em tdos os detalhes.
E a conversa da Ludimilla com a Clara, foi impressionante. Imaginei outra reação das duas.
Eu ate imaginava que esse era msm o motivo da Ludi ter feito o que fez. E estou mtu curiosa pra saber o que o Duda vai fazer agora que sabe da verdade. E preciso dizer que amei a musica ! Tdu a ver (msm eu nom sabendo o que significa. RsRsRsRsRs !) !
Ah e eu nom podia esquecer de dizer que o que eu mais gostei foi o texto que tem no final de tdo episodio. E sem duvida INCRIVEL e PERFEITO ! Eu ate me emocionei lendo. Mais ve se nom espalha ! RsRsRsRsRsRsRsRs !
ANCIOSA POR MAIS !
BJUX ! PARA O MEU ESCRITOR PREFERIDO ! E QUERO UMA DEDICATORIA ESPECIAL NO LIVRO ! KKKK !
Adorei, vc é o cara tenho muito orgulho de vc.Estou adorando, teve um momento que me senti Ludmilla.
Continue assim, vc é muito bom.
bjuuus.
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